domingo, 29 de março de 2009

Humano


As ideais fogem da minha cabeça toda vez que tento solidifica-las, algo me toma a atenção. Ela... a minha fada traiçoeira, que com seus olhos de peteca me mostra o mundo, sua boca me hipnotiza, seu abraço macio me desmancha, sim... minha pior obsessão, não consigo tira-la do meu corpo, fazendo sentir-me fraca, inválida diante de tanto encantamento.
Ela me tortura, faz da minha vida gélida, embaralha minha cabeça como cartas de um baralho, vivo nos seus pés, implorando o perdão por algo que eu não fiz, não a desmereci. Dei o meu melhor, tudo... a minha vida.
Doença, sinto-me altamente contaminada, viciada como uma drogada que "pira" quando não a tem! Quero o mundo que essa má amada minha prometeu-me, que me mata a cada dia, cada segundo que passa.
Minha bela menina da beleza embrionária ainda incompleta, muitos á lapidarão, mesquinhez minha achar que será eternamente eu, demasiadamente egoísta!